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Psicologia para crianças e adolescentes

Toda criança e todo adolescenteprecisam ser vistos e ouvidos.

Sou a Mariana, psicóloga. Com escuta, ciência e muito cuidado, acompanho crianças, adolescentes e as famílias que caminham com eles.

Presencial no Butantã, em São Paulo, perto do metrô Butantã. Adolescentes também online. Este site, o e-mail e o Instagram não são canais de emergência. Precisa de ajuda agora?

Como tudo começa

Dobrar junto, sem pressa.

Quem já fez um barquinho de papel sabe: cada dobra pede calma, e ninguém faz a primeira sozinho. Na terapia é assim também. A gente dá forma, junto e sem pressa, ao que ainda não cabe em palavras.

Com crianças, isso acontece brincando, desenhando, inventando histórias. Com adolescentes, conversando de igual para igual. Com as famílias, construindo caminhos juntos. E sempre olhando para a vida de cada um: a casa, a escola, o bairro, as pessoas por perto.

Quando procurar ajuda?

Não existe problema “grande o bastante”.

Se algo está pesando para seu filho ou sua filha, ou para você, já é motivo para conversar.

  1. Mudanças que duram

    Sono, apetite, humor ou comportamento diferentes por semanas.

  2. Medos que atrapalham

    Evitar a escola, os amigos ou coisas de que gostava.

  3. Emoções difíceis de acalmar

    Explosões frequentes, choro fácil, tristeza que não passa.

  4. Momentos de travessia

    Separação, luto, mudança de casa ou de escola, chegada de irmão, doença na família.

  5. Escola e amizades

    Bullying, isolamento, queda no desempenho, conflitos que se repetem.

  6. Vida online

    Telas que tomaram o lugar do sono, do brincar e da conversa; contatos ou conteúdos que preocupam.

  7. O corpo fala

    Dores de barriga ou de cabeça frequentes, depois que o pediatra já descartou causas físicas.

  8. Falar em se machucar ou em morrer

    Leve sempre a sério e busque ajuda logo. Se houver risco imediato, veja Precisa de ajuda agora?

Na dúvida, converse. A primeira conversa serve justamente para entender juntos se, e como, a terapia pode ajudar.

Como eu cuido

Quatro coisas em que eu acredito.

  1. O brincar é a língua da infância.

    Com crianças, brinquedos, desenhos e histórias dizem o que ainda não cabe em palavras.

  2. Adolescente tem voz.

    O espaço é dele ou dela: respeito, franqueza e sigilo. Com os responsáveis, compartilho só o estritamente essencial para o cuidado, por exemplo se a segurança estiver em risco.

  3. A família faz parte.

    Encontros de orientação com os responsáveis e, quando faz sentido e com autorização, diálogo com a escola e outros profissionais.

  4. Ciência com afeto.

    Um cuidado fundamentado em estudo e pesquisa, incluindo a do meu mestrado em Cuidado em Saúde na USP, sobre os caminhos de cuidado de crianças e adolescentes com experiência de violência por bullying.

Abordagem: Psicanálise

Como funciona

O caminho, passo a passo.

  1. Passo 1: Você me chama

    Por e-mail ou por mensagem no Instagram. Pode ser só para tirar dúvidas.

  2. Passo 2: Conversa com os responsáveis

    Para eu conhecer a história, o momento da família e o que preocupa. Com adolescentes, combinamos o formato juntos.

    formato da primeira conversa a confirmar

  3. Passo 3: Primeiros encontros com a criança ou o adolescente

    No tempo dela ou dele, para construir confiança.

  4. Passo 4: Um plano de cuidado

    Combinamos frequência, objetivos e como a família participa.

  5. Passo 5: Acompanhamento

    Sessões regulares e conversas periódicas de retorno com os responsáveis.

Quanto tempo dura? Cada história tem seu tempo, e a gente conversa sobre isso ao longo do caminho.

Para ler juntos

Uma história para a criança conhecer a Mariana antes de chegar.

O Bento é um barquinho que sente coisas grandes. Na história, ele descobre como é a sala, o que acontece lá e que não precisa atravessar tudo sozinho. Dá para ler no colo, antes de dormir, ou imprimir e colorir.

Ler a história juntos

Quem sou

Sou a Mariana.

Sou psicóloga formada pelo Mackenzie, com intercâmbio na Universidad Mayor, no Chile. Sou especialista em Psicologia em Saúde (título certificado pelo CRP-SP) e pós-graduada em Saúde Mental na Infância e Adolescência (PUCPR).

Minha trajetória passa pelo SUAS (Sistema Único de Assistência Social) e pelo SUS (Sistema Único de Saúde), incluindo CAPSij, e pela clínica. Esse caminho me ensinou que cuidado de verdade acontece em rede.

Hoje faço mestrado em Cuidado em Saúde na USP, como bolsista do CNPq. Pesquiso o itinerário terapêutico, isto é, os caminhos de cuidado, de crianças e adolescentes com experiência de violência por bullying.

Mariana Muliterno Gomes · Psicóloga · CRP 06/165065

Conhecer minha trajetória

Trajetória

  1. MackenzieGraduação em Psicologia
  2. Universidad MayorIntercâmbio em Santiago, Chile
  3. SUAS e SUSSistema Único de Assistência Social e Sistema Único de Saúde, incluindo CAPSij
  4. Psicologia em SaúdeEspecialista, título do CRP-SP
  5. Infância e AdolescênciaPós-graduação em Saúde Mental, PUCPR
  6. Mestrado na USPCuidado em Saúde, bolsista do CNPq
  7. Grupos de estudo e pesquisaBem-Te-Vi (USP), LEPS-USPRP e NEPEASM

Perguntas frequentes

O que as famílias costumam perguntar.

Ver todas as perguntas

Se for uma situação urgente, veja Precisa de ajuda agora?

Vou saber o que meu filho ou minha filha conta nas sessões?

O que a criança ou o adolescente conta nas sessões é sigiloso. Com os responsáveis, compartilho apenas o que for estritamente essencial para cuidar do bem-estar dela ou dele, como prevê o Código de Ética Profissional do Psicólogo. E existem os encontros de orientação com a família, para vocês acompanharem o processo e pensarmos juntos em como apoiar em casa.

Meu filho ou minha filha não quer ir. E agora?

Acontece, e faz sentido: é algo novo. Não é preciso forçar. A gente pode conversar antes sobre como fazer o convite, e os primeiros encontros respeitam o tempo dela ou dele. A resistência também faz parte da conversa.

Atende online? Crianças pequenas também?

Adolescentes podem ser atendidos presencialmente, no Butantã, ou online. Crianças de todas as idades são atendidas presencialmente. Os encontros com os responsáveis podem ser presenciais ou online. Em qualquer formato, o atendimento de quem tem menos de 18 anos precisa da autorização de pelo menos um responsável.

Psicóloga receita remédio?

Não. Psicóloga não prescreve medicação. Quando é necessário, o cuidado é feito em conjunto com pediatra ou psiquiatra.

Quanto tempo dura a terapia?

Não existe um prazo fixo. Cada história tem seu tempo, e a gente conversa sobre isso ao longo do processo.

Como funcionam os valores?

Os valores são informados em conversa particular, depois do primeiro contato por e-mail ou pelo Instagram.

recibo para reembolso do plano de saúde: a confirmar

Quando fizer sentido para vocês, eu estou aqui.

A primeira conversa é só isso: uma conversa. Para entender o momento de vocês e pensar juntos no melhor caminho.

Respondo em até prazo a confirmar. Este site, o e-mail e o Instagram não são canais de emergência. Precisa de ajuda agora?