Pular para o conteúdo
Tela escura, cores suaves e nada se mexendo. Para quem sente sobrecarga com animações e estímulos visuais.Agendar conversaMenu

Para mães, pais e responsáveis

Buscar ajuda não é sinal de que você falhou. É sinal de que você está prestando atenção.

Se você está se perguntando se é só uma fase, este é um bom lugar para começar. Com calma, no seu tempo.

Quando procurar ajuda

É fase ou é hora de procurar ajuda?

Não existe problema “grande o bastante”. Se algo está pesando para seu filho ou sua filha, ou para você, já é motivo para conversar.

  1. Mudanças que duram

    Sono, apetite, humor ou comportamento diferentes por semanas.

  2. Medos que atrapalham

    Evitar a escola, os amigos ou coisas de que gostava.

  3. Emoções difíceis de acalmar

    Explosões frequentes, choro fácil, tristeza que não passa.

  4. Momentos de travessia

    Separação, luto, mudança de casa ou de escola, chegada de irmão, doença na família.

  5. Escola e amizades

    Bullying, isolamento, queda no desempenho, conflitos que se repetem.

  6. Vida online

    Telas que tomaram o lugar do sono, do brincar e da conversa; contatos ou conteúdos que preocupam.

  7. O corpo fala

    Dores de barriga ou de cabeça frequentes, depois que o pediatra já descartou causas físicas.

  8. Falar em se machucar ou em morrer

    Leve sempre a sério, mesmo quando parece brincadeira, e busque ajuda logo. Você não precisa lidar com isso sem apoio.

    Se houver risco imediato, ligue 192 (SAMU). Para conversar, o CVV atende no 188, ligação gratuita, 24 horas. Veja também Precisa de ajuda agora?

Nenhum sinal, sozinho, diz tudo. Vale observar há quanto tempo acontece, com que intensidade e quanto atrapalha a rotina, a escola, as amizades e a vida em família. O que você percebe conta muito.

Na dúvida, converse com uma psicóloga de crianças e adolescentes. A primeira conversa serve justamente para entender juntos se, e como, a terapia pode ajudar.

Como os responsáveis participam

A família faz parte do cuidado.

Vocês conhecem a rotina, a história e o jeito do seu filho ou da sua filha. Por isso, na terapia da criança ou do adolescente, caminhamos juntos, do primeiro contato ao acompanhamento.

Pedir ajuda para ajudar seu filho ou sua filha também é cuidado.

Orientação parental

Além das sessões com a criança ou o adolescente, o cuidado inclui a orientação parental (encontros com os responsáveis), que acontece periodicamente. É o espaço para contar como as coisas estão em casa, tirar dúvidas e pensar juntos em como apoiar no dia a dia.

Sigilo

O que seu filho ou sua filha conta nas sessões é sigiloso. Com vocês, compartilho apenas o estritamente essencial para cuidar do bem-estar dela ou dele, como prevê o artigo 13 do Código de Ética Profissional do Psicólogo.

Fica no espaço da terapia

O que é contado, brincado e desenhado nas sessões.

Chega até vocês

O essencial para cuidar, por exemplo quando a segurança dela ou dele está em jogo. Sempre que possível, isso é conversado antes com a criança ou o adolescente.

É esse cuidado que permite que a criança e, principalmente, o adolescente se sintam em segurança para falar.

Autorização de um responsável

Para acompanhar uma criança ou um adolescente em terapia, é preciso a autorização de pelo menos um responsável. É o que pede o artigo 8º do Código de Ética Profissional do Psicólogo. Vale também para o atendimento online.

Se foi seu filho ou sua filha adolescente quem pediu para começar, a página para adolescentes explica esse passo para ele ou ela.

Como contar para a criança

Não existe frase perfeita.

O que ajuda é falar com verdade, com calma e com palavras da idade. Algumas ideias para começar:

  1. 3 a 6 anos

    Palavras simples e concretas.

    Um jeito de dizer

    “Vamos conhecer a Mariana. Ela ajuda crianças com os sentimentos. Lá tem brinquedos e desenhos.”

  2. 7 a 11 anos

    Honestidade, sem culpa.

    Um jeito de dizer

    “A gente percebeu que a escola anda te preocupando muito. A Mariana ajuda crianças a lidar com isso.”

  3. 12 a 17 anos

    Convide, não imponha.

    Explique

    • que o espaço é dele ou dela;
    • que o que for dito é sigiloso;
    • que ele ou ela participa das decisões.

Evite

Apresentar a terapia como castigo, como em “se não melhorar, vai para a psicóloga”. A criança precisa chegar sabendo que ali é um lugar de cuidado.

Para brincar junto

Dobre um barquinho de verdade.

O barquinho de papel que acompanha este site também pode sair de uma folha, aí na sua casa. Que tal dobrar um com seu filho ou sua filha? Não precisa ficar perfeito: o gostoso é fazer junto.

Vocês vão precisar de uma folha retangular, como a de sulfite A4, e de uma mesa ou outra superfície lisa. Folha quadrada não dá certo neste modelo.

  1. Passo 1 de 7

    Com a folha em pé, dobre ao meio, de cima para baixo.

    Dica: Passe o dedo por cima da dobra para ela ficar bem marcada.

  2. Passo 2 de 7

    Marque o meio e dobre os dois cantos de cima até essa marca, formando um triângulo.

    Dica: Para marcar o meio, dobre a folha de um lado para o outro e abra de novo. Os cantos que descem são os do lado da dobra.

  3. Passo 3 de 7

    Dobre a faixa de baixo para cima, dos dois lados. Pronto: virou um chapéu de papel.

    Dica: Dobre a faixa da frente, vire a folha e dobre a de trás. Se sobrarem pontinhas nos lados, dobre-as para trás.

  4. Passo 4 de 7

    Abra o chapéu por baixo e junte as duas pontas dos lados. Achatado, ele vira um losango.

    Dica: Com os polegares por dentro, afaste a frente e o fundo do chapéu: as pontas se encontram embaixo.

  5. Passo 5 de 7

    Dobre a ponta de baixo para cima, dos dois lados, formando um triângulo.

    Dica: Leve a ponta da frente até a ponta de cima, vire e faça o mesmo atrás.

  6. Passo 6 de 7

    Abra o triângulo por baixo e junte as duas pontas dos lados, até virar um losango menor.

    Dica: É o mesmo movimento do passo 4.

  7. Passo 7 de 7

    Puxe as duas abas de cima para os lados, com calma, e o barquinho aparece.

    Dica: Segure uma aba em cada mão, perto da ponta. Se rasgar, tudo bem: dá para começar outro.

E agora, o barquinho é de vocês.

Algumas ideias para continuar a brincadeira:

  • Pintar e enfeitar, com lápis de cor, canetinha ou o que tiver por perto.
  • Dar um nome. Ele pode ganhar uma história, um destino e até uma tripulação.
  • Pôr para navegar numa bacia com um pouco de água e soprar devagar para ele andar.

Se ele molhar e desmanchar, faz parte da brincadeira: é só dobrar outro.

Para fazer junto com a criança: Respiração do barquinho

Passo a passo do site de Mariana Muliterno Gomes, psicóloga de crianças e adolescentes · CRP 06/165065 · marianamuliterno.com.br

Escola e rede

Cuidar também é conversar com quem está por perto.

Seu filho ou sua filha passa boa parte do dia na escola, e às vezes também tem acompanhamento de pediatra ou de outros profissionais. Quando faz sentido para o cuidado, conversar com essa rede ajuda todo mundo a olhar na mesma direção.

  • Sempre com autorização. Nenhum contato com a escola ou com outros profissionais acontece sem a autorização da família.
  • Só quando faz sentido. O diálogo acontece quando ajuda no cuidado da criança ou do adolescente.
  • Só o necessário. O que é compartilhado respeita o mesmo sigilo das sessões.
  • Combinado antes. Sempre que possível, isso é conversado antes com a criança ou o adolescente.

É da escola ou de outro serviço e quer encaminhar? Ver como entrar em contato

Online ou presencial

Onde e como acontece.

Presencial no Butantã, em São Paulo, perto do metrô Butantã. Adolescentes também online.

Crianças
  • Presencial
Adolescentes
  • Presencial
  • Online
Encontros com os responsáveis
  • Presencial
  • Online
Idades atendidas
Crianças de todas as idades e adolescentes

Em qualquer formato, o atendimento de quem tem menos de 18 anos precisa da autorização de pelo menos um responsável.

Onde fica

Butantã, São Paulo, perto do metrô Butantã.

O endereço completo é enviado no primeiro contato.

Se for online

Para adolescentes, ajuda ter um cantinho silencioso e com privacidade, fone de ouvido e a conexão testada antes.

Valores e reembolso

Os valores são informados em conversa particular, depois do primeiro contato por e-mail ou pelo Instagram.

Pode perguntar antes de decidir qualquer coisa. Perguntar não obriga a começar.

  • recibo para reembolso do plano de saúde: a confirmar
  • convênios: a confirmar

Perguntas frequentes

Dúvidas que costumam aparecer antes de começar.

Abra uma pergunta para ver a resposta. Se a sua dúvida não estiver aqui, ela cabe na primeira conversa.

Se for uma situação urgente, veja Precisa de ajuda agora?

A primeira conversa é só com os responsáveis?

O caminho costuma começar com uma conversa com os responsáveis, para conhecer a história e o momento da família. Com adolescentes, combinamos o formato juntos.

formato da primeira conversa: a confirmar com a Mariana

Quanto tempo dura cada sessão e com que frequência?

Cada consulta dura 50 minutos. A frequência é combinada no plano de cuidado de cada criança ou adolescente.

Atende online? Crianças pequenas também?

Adolescentes podem ser atendidos presencialmente, no Butantã, ou online. Crianças de todas as idades são atendidas presencialmente. Os encontros com os responsáveis podem ser presenciais ou online. Em qualquer formato, o atendimento de quem tem menos de 18 anos precisa da autorização de pelo menos um responsável.

Vou saber o que meu filho ou minha filha conta nas sessões?

O que a criança ou o adolescente conta nas sessões é sigiloso. Com os responsáveis, compartilho apenas o que for estritamente essencial para cuidar do bem-estar dela ou dele, como prevê o Código de Ética Profissional do Psicólogo. E existem os encontros de orientação com a família, para vocês acompanharem o processo e pensarmos juntos em como apoiar em casa.

Meu filho ou minha filha não quer ir. E agora?

Acontece, e faz sentido: é algo novo. Não é preciso forçar. A gente pode conversar antes sobre como fazer o convite, e os primeiros encontros respeitam o tempo dela ou dele. A resistência também faz parte da conversa.

Você conversa com a escola?

Só quando faz sentido para o cuidado e sempre com a autorização da família. O mesmo vale para o diálogo com pediatras e outros profissionais.

Psicóloga receita remédio?

Não. Psicóloga não prescreve medicação. Quando é necessário, o cuidado é feito em conjunto com pediatra ou psiquiatra.

Quanto tempo dura a terapia?

Não existe um prazo fixo. Cada história tem seu tempo, e a gente conversa sobre isso ao longo do processo.

Como funcionam os valores?

Os valores são informados em conversa particular, depois do primeiro contato por e-mail ou pelo Instagram.

recibo para reembolso do plano de saúde: a confirmar

Aceita convênio?

Essa informação é passada na conversa, depois do primeiro contato.

convênios: a confirmar

O primeiro passo pode ser só uma conversa.

Para contar o que está acontecendo, tirar dúvidas e pensar juntos se, e como, a terapia pode ajudar. No tempo de vocês.

Este site, o e-mail e o Instagram não são canais de emergência. Precisa de ajuda agora?