Primeira visita
Como é a primeira consulta.
Saber o que vai acontecer ajuda a chegar mais tranquilo, para a família e para a criança.
O primeiro encontro
- Com quem
- O caminho costuma começar com uma conversa com os responsáveis, para eu conhecer a história, o momento da família e o que preocupa. Com adolescentes, combinamos o formato juntos. formato a confirmar
- Onde
- Presencial no Butantã, em São Paulo, perto do metrô Butantã. Adolescentes também podem ser atendidos online. O endereço completo é enviado no primeiro contato. Os encontros com os responsáveis podem ser presenciais ou online.
- Quanto tempo
- Cada consulta dura 50 minutos.
- O que levar
- Suas dúvidas. Se ajudar, anote antes o que tem observado em casa e na escola.
Como preparar a criança
Conte antes da visita
Diga que vão conhecer a Mariana, alguém que ajuda crianças com os sentimentos, e que lá tem brinquedos e desenhos.
Leia a história do Bento
Ela mostra, passo a passo, como é a visita. Saber como é o lugar costuma ajudar a chegar mais tranquilo.
Nunca como castigo
Evite frases como “se não melhorar, vai para a psicóloga”. A terapia é um lugar de cuidado.
O que vem depois
Depois dos primeiros encontros, combinamos um plano de cuidado: frequência, objetivos e como a família participa. O acompanhamento tem sessões regulares e conversas periódicas de retorno com os responsáveis.
Bento, o barquinho de papel, vai conhecer a Mariana
Para ler junto com a criança. Use os botões, as setas do teclado ou arraste para o lado.
Bento é um barquinho de papel. Às vezes, ele sente coisas grandes demais, como ondas que chacoalham tudo: medo, raiva, tristeza… e um nó que não desata.
Um dia, a família do Bento contou: “Vamos conhecer a Mariana. Ela ajuda crianças a entender o que sentem.”
A sala da Mariana tem brinquedos, papel, lápis de cor e um cantinho gostoso para sentar.
Lá, o Bento pode brincar, desenhar, contar histórias ou ficar quietinho. Não tem resposta errada.
A Mariana escuta com atenção e não dá bronca. O que o Bento conta fica guardado com ela. Com a família, ela só fala do que é preciso para cuidar dele e, quando dá, avisa o Bento antes.
Aos pouquinhos, o Bento foi descobrindo nomes para o que sente. E descobriu que não precisa atravessar tudo sozinho.
E você? O que gostaria de perguntar para a Mariana no dia da sua visita?
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História do site de Mariana Muliterno Gomes, psicóloga de crianças e adolescentes · CRP 06/165065 · marianamuliterno.com.br
texto da história em revisão pela Mariana; página 3 a ajustar à sala real
Para fazer junto com a criança
Como está o tempo aí dentro?
Por dentro, a gente também tem dias de sol, de nuvem, de chuva e de tempestade. Qual deles parece mais com o seu dia de hoje?
Para o adulto: Não é um teste nem um diagnóstico, e nada do que vocês escolherem fica salvo ou é enviado. É um jeito de abrir conversa, e todas as emoções são bem-vindas.
Não tem resposta certa nem errada, e dá para trocar quantas vezes quiser.
Sol
Dias de sol são bons de dividir. Que tal contar para alguém de confiança o que está iluminando o seu dia?
Nuvem
Tem dias meio nublados, em que nem dá para saber direito o que a gente sente. Tudo bem. Que tal contar para alguém de confiança como está o céu aí dentro?
Chuva
Dias de chuva acontecem com todo mundo. Que tal contar para alguém de confiança o que está molhando o seu dia?
Tempestade
Em dia de tempestade, ninguém precisa ficar sozinho. Chame um adulto de confiança para ficar pertinho de você e conversar.
Para o adulto: Sentimentos fortes fazem parte da vida, e ficar por perto já é um cuidado. Se você se preocupar com a segurança da criança ou de outra pessoa, busque ajuda logo.
SAMU 192. CVV 188, ligação gratuita, 24 horas.
Quando fizer sentido, vamos conversar.
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